






Hoje o objectivo era lembrarmos de todos os pintores que ficamos a conhecer noutras sessões e fazermos uma pintura abstracta.
O resultado foi este… Boas tonalidades
Assim conseguiu-se uma fabulosa palete colorida.
Esta sessão foi dedicada ao impressionismo, mais propriamente ao pontilhismo, estilo muito criado principalmente pelo pintor que hoje vamos ficar a conhecer melhor: Seurat
Pois bem, Seurat, nasceu a 2 de Dezembro de 1859 em Paris, França.
Seurat foi considerado neo-impressionista, pela sua técnica tão peculiar criada por ele, o pontilhismo, que consistia numa pintura á base de pontinhos até completar a mancha de cor pretendida.
Trabalhou sob várias influências, tais como Goya e Rembrandt.
Morreu muito jovem (31 anos) e deixou uma das obras mais ambiciosas inacabada, The Circus
Estas são algumas das obras de Seurat, podemos observar claramente a técnica tão originalmente dele, o pontilhismo.
Van Gogh foi o nosso pintor de inspiração para esta sessão, mais propriamente a pintura “O quarto de Van Gogh em Arles“
Exploramos a capacidade de memória e cada um desenhou o seu quarto.










Agora vou contar-vos um bocadinho deste pintor que tanto influenciou a pintura moderna mundial: Van Gogh
Pois bem, Van Gogh nasceu a 30 de Março de 1853 na Holanda.
Apesar de se tornar um icone da pintura, VanGogh só alcançou respeito no mundo artístico depois de morrer.
Viveu em França com outro grande pintor, Paul Gauguin, onde tinha o sonho de abrir um centro artistico mas tal nunca aconteceu.
Foi considerado um impressionista, com influências em Toulouse Lautrec, Edgar Degas, entre outros também eles impressionistas.
Começou a ter graves problemas psicológicos e entre outras loucuras, chegou a cortar a própria orelha e retratou-se precisamente com a orelha cortada.
Acabou por falecer ainda jovem, vitima desses mesmos problemas psicológicos, em 1890.
Pinturas mais célebres:
- Os comedores de batatas (1885)
- Caveira com cigarro acesso (1886)
- A ponte Debaixo de Chuva
- Natureza morta com absinto
- A italiana (1887)
- A vinha encarnada
- A casa amarela (1888)
- Auto-retratos
- Retrato do Dr. Gachet
- Girassóis
- Vista de Arles com Lírios
- Noite Estrelada
- O Escolar
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
- Vista de Arles, Pomar em flor
- A Igreja de Auvers






Desta vez dedicamo-nos ao desenho, tiramos partido da capacidade de observar. Começamos por desenhar apenas o contorno dos objectos selecionados e depois dedicamo-nos a explorar o volume e por conseguinte as sombras.
Como diz Alberto B. Sousa :” O desenho é uma actividade independente da pintura, constituindo a forma mais natural e elementar de expressão plástica da criança.Seja qual for a idade, qualquer criança perante um lápis e um papel, um quadro e um pau de giz, um carvão e uma superfície branca, sente um desejo irresistível de pegar num destes objectos e efectuar riscos sobre o outro.
Cecília Menano, marcou a educação em Portugal pela transição entre o ensinar a desenhar e a pintar com base na cópia de objectos e a utilização livre dos materiais plásticos para através da expressão e criação, a criança efectue a sua auto-educação.
Fundou um atelier particular com o intuito de proporcionar a cada criança a possibilidade de desenhar e pintar em grandes superficies de papel, nas paredes em cavaletes e no chão.
Assim desenvolve toda uma metodologia de expressão pela plástica que durante muitos anos só teve relevo no estrangeiroatravés de Arno Stern, que falaremos mais á frente,.
Cecília Menano conjuntamente com João dos santos, faz investigação sobre projecção psicológica expressa no desenho, que são ainda hoje são referências na educação.
Portanto Cecília Menano, foi uma grande referência na aprendizagem pela expressão, feita através da pintura e do desenho, conseguindo desta forma, trabalhar a criatividade que por sua vez ajudava a aprender.

Conhecemos um bocadinho do pintor Hundertwasser e pintamos a ligação da natureza com os edificios. Como a natureza está muito presente na obra de Hundertwasser, exploramos as camadas dos edificios na natureza…
Hundertwasser, nasceu a 15 de dezembro de 1928 na Austria.
Marca a sua obra pelelemento circular, espiral numa procura pelos elementos naturais e até nos seus projectos de arquitectura aplica uma e outra vez os elementos circulares.
Gosta de cor e portanto tenta a todo o custo vestir-se de forma bem colorida e sem combinações patéticas, pois até as suas peugas são de cores dferentes para isso mesmo fugir da combinação.
Faz trabalhos de pintura, arquitectura e escultura numa ligação tão natural com elementos naturais, coloridos e sem simetria.
Inspiramo-nos na sua visão do mundo e aventuramo-nos a pintar o edificio enquadrado na natureza, com muita cor e muitas curvas.
Símbolos e significados
Os símbolos a que as crianças recorrem para “contarem”as suas emoções não variam muito, independentemente do modo como os desenham. Porém, devem ser avaliados num contexto e não isoladamente.
A figura humana
A criança desenha pessoas que fazem parte do seu mundo. Quando decide desenhar a família é porque lhe está a dar importância naquele momento. Nem sempre a ordem dos elementos (pai, mãe e irmãos…) indica o grau de proximidade. A ausência de um dos progenitores pode ser propositada revelando um sentimento de ausência dessa pessoa, de ciume ou zanga. Este tema é normalmente o que mais revela sobre a criança e os detalhes aqui contam bastante
O boneco
Vai evoluindo consoante a idade da criança, tal como todos os outros temas. Maioritariamente ele é o seu auto-retrato (ou de alguém muito proximo). O boneco tipo fósforo (com traços simples) indica que ela está naquele momento, a dar-lhe pouca importância. O boneco com traços redondos e grandes como por exemplo os olhos, pode expressar medo ou curiosidade, enquanto pequenos indicam que a criança sabe que lhe escondem algo ou que se recusa a ver algo que a magoa. A boca fechada é sinónimo de que não quer falar de alguma coisa, é importante saber o quê. A boca grande revela uma criança comunicativa. Braços caídos expressam depreciação pelo contacto pessoal. A altura dos ombros e abertos traduzem necessidade de receptividade. A incapacidade de resolver determinado problema será manifesto pela ausência de mãos, enquanto a dependência do ambiente e a procura de estabilidade podem-se traduzir na omissão dos pés.
E pronto aqui ficam mais algumas dicas dos rabiscos das crianças
Bons desenhos:)
…aprenda a interpretar os riscos e rabiscos de seu filho!
Um desenho é uma linguagem. Através dele podemos decifrar o que está escondido entre rabiscos, traços, formas, cores, temas…Alegria, auto-estima, motivação, depressão, medos e fobias fazem parte dos sinais que se podem retirar de um desenho. Estes traços revelam-nos sentimentos e emoções e podem ser excelentes indicadores para melhor compreender o seu filho.
então aqui vão algumas orientações para entender esses mesmos rabiscos e o porquê dos temas, das cores…etc.
Os temas:
Os temas dos desenhos infantis são diversificados, mesmo assim pode-se estabelecer uma ligação entre eles e analisá-los com os restantes sinais, com as formas e as cores. Uma criança que raramente repete temas e que desenha coisas diferentes revela que está a berta ao meio onde se insere, que o absorve e capta facilmente as influências das pessoas que a rodeiam. Ela transpõe para a folha os seus estados emocionais, sentimentos e como tal são variados.
Mostro-vos a nossa primeira sessão em que fizemos um desenho á escolha para isso mesmo, conhecermos um bocadinho mais a essência de cada criança…
Bem, só posso apresentar-vos esta foto, não sei o que se passou com as outras, enfim, devo tê-las apagado sem querer…
à medida que vos vou mostrando em que temos trabalhado, vou apresentando mais informação sobre tudo o que pode estar ligado com pintura, desenho e manualidades…